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Luê e a sonoridade da rabeca

31 de agosto de 2020

Ao falar da Luê, quando a anunciamos como uma das artistas selecionadas para a Mostra Tum Tum 8, citamos que a rabeca está entre os instrumentos que compõem a sua linda sonoridade. Parecida com um violino, a rabeca, na verdade, tem características muito diferentes deste outro instrumento, mais conhecido do grande público.

Uma delas está na forma de tocar. O violino costuma ser posicionado abaixo do queixo do músico. A rabeca pode ser tocada desta forma, mas o mais comum é que seja apoiada sobre o peito ou sobre o ombro esquerdo do artista. Nessa foto que escolhemos da Luê, essa diferença fica bem clara. Quanto à sonoridade, há um detalhe bastante significativo: o violino tem o cavalete curvo, o que permite a fricção de apenas uma corda por vez. Já o cavalete da rabeca é mais plano, o que facilita a fricção de duas ou mais cordas simultaneamente.

A origem do instrumento não é muito clara e tem diversas versões. Pode ter chegado ao Brasil com os portugueses. O fato é que, hoje faz parte da música produzida em várias regiões do país. Nas mãos da paraense Luê, volta forte no single Virou os Zoinho, que dá início a uma nova fase na sua carreira. Para ouvir e curtir, clique no play aqui embaixo.



Para ouvir mais, é só clicar aqui. Você vai cair direto no Spotify da cantora. Suba e som e vá aquecendo! Assim que a pandemia passar, Luê estará no palco aqui em Caxias do Sul para nos mostrar tudo isso ao vivo!

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